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Após reforma, UTI do Hospital Regional de Colíder recebe pacientes

A obra no local foi iniciada em 2015 e paralisada diversas vezes ao longo dos anos. Em 2019, o Governo do Estado, por meio da SES, retomou os serviços de readequação estrutural e viabilizou a entrega de 10 leitos
Fernanda Nazário | SES-MT

Foram entregues oito leitos de UTI neonatal e dois leitos de UTI pediátrica.$imgCred
Foram entregues oito leitos de UTI neonatal e dois leitos de UTI pediátrica.
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Após reforma, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) infantil do Hospital Regional de Colíder passa a funcionar com 10 leitos. Os reparos, viabilizados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), integram o projeto de modernização dos Hospitais Regionais e das Unidades Especializadas, idealizado e colocado em prática pela atual gestão estadual.

“Estamos fazendo uma grande transformação nas unidades que estão sob a gestão estadual e pretendemos entregar uma rede hospitalar remodelada para a população mato-grossense. O intuito é de ampliar o número de leitos e oferecer um serviço de mais qualidade”, declarou o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo.

No local, a obra foi iniciada em 2015 e paralisada diversas vezes ao longo dos anos. Em 2019, o Governo do Estado, por meio da SES, retomou os serviços de readequação predial e possibilitou a entrega, na última semana, de oito leitos de UTI neonatal e dois leitos de UTI pediátrica.

Conforme a diretora do Hospital, Mirian Alves Moreira, a entrega da UTI é um avanço para a unidade, que atende sete municípios da região Norte do Estado: Colíder, Nova Santa Helena, Itaúba, Nova Canaã do Norte, Nova Guarita e Marcelândia. “A demanda no interior do estado é grande. Com esses leitos, temos mais chance de vida às crianças e familiares que necessitam desse atendimento”, avalia.

Mirian ainda ressalta que a reforma viabilizará a economia com o transporte aéreo para a transferência de pacientes. “Os pacientes que precisavam de UTI neonatal ou pediátrica estavam sendo atendidos normalmente, via sistema de regulação, por meio de transferência para outros hospitais, o que gerava um impacto econômico no orçamento da Saúde do Estado”, explica.