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Sesp-MT intensifica investigações para localizar divulgadores de fake news

Thalyta Amaral | Sesp-MT

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT), por meio da Gerência de Combate a Crimes de Alta Tecnologia (Gecat), intensificou as investigações para localizar os divulgadores de notícias falsas sobre uma onda de sequestros de crianças que estaria ocorrendo em Cuiabá.

Além da instauração de inquéritos para apurar a participação de possíveis suspeitos na produção e compartilhamento de fake news, a Sesp irá produzir uma cartilha informativa para orientar a população sobre como proceder para checar fatos e também denunciar esse tipo de ação criminosa.

Para lidar com esse tipo de crime, em setembro, um grupo de servidores da Sesp participou de capacitação para lidar com crimes digitais, equipe essa que atua na investigação do caso que tem sido replicado nas redes sociais nas últimas semanas. E para atuar também na prevenção a esse tipo de crime, a secretaria produzirá uma cartilha com orientações sobre como checar a procedências de notícias caluniosas e também sobre as penalidades não só para quem produz, mas para todos os que divulgam esse tipo de conteúdo.

“O compartilhamento dessas fake news tem trazido pânico para a população, quando na verdade não houve o crime divulgado. E além dos problemas sociais, essa divulgação traz prejuízos para a Segurança Pública, que desloca equipes para o atendimento que poderiam estar atuando em ocorrências verdadeiras. E esse ato pode gerar agressões e até levar à morte, em consequência de acusações falsas”, explica o secretário da Sesp, Gustavo Garcia.

Antes de compartilhar uma denúncia ou notícia de crime, é importante checar se é verdadeira, buscar em outras fontes confiáveis, verificar se o conteúdo é atual ou se é antigo e foi novamente replicado, assim como o local onde de fato ocorreu a situação. “Se a pessoa não tiver certeza da procedência ou da veracidade do conteúdo, é importante não compartilhar, pois isso ajuda toda a sociedade. Não aceitem qualquer informação como verdadeira. Checar a veracidade é responsabilidade de todo cidadão”, enfatiza o Garcia.